danse, musique, théâtre, artS plastiques, cinéma. L'élégance Distinguée

Norah Jones

29/11/2009 · Deixe um comentário

Se fizermos uma lista dos dez artistas que mais se destacaram na música nesta década, a americana Norah Jones certamente briga pelas primeiras posições. Ela surgiu de forma inusitada, sentada ao piano e cantando de um jeito doce, num momento em que o rock se renovava com Strokes e Queens of The Stone Age e o hip hop atingia seu ápice de criatividade com o álbum duplo do Outkast. Chegou representando o jazz vocal, que já ensaiava um ressurgimento por meio de outras cantoras bonitas e talentosas, como Diana Krall. Mas ninguém podia imaginar que Norah fosse chacoalhar o mercado com tanto vigor.

por: Fúlvio Detoni

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a moça da foto

28/11/2009 · Deixe um comentário

utilizo meu lado criativo

crio bonecos

o vudu funciona.

 

foto: Man Ray

por: Fúlvio Detoni

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désir

23/11/2009 · 1 Comentário

um ritual: séductrice. começa

pelos detalhes

dos pés, vestimenta, silêncio

·

 fruits de mer, vinho fresco

salmão marinado

 ostras

 ·

 perfume antigo

o desenho das costas

 lento despir-se

antes da petit mort.

 foto: Evgen Bavcar

por: Fúlvio Detoni

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minha butterfly

22/11/2009 · Deixe um comentário

eu mordia a boca dele

sabia a peçonha na língua

lambia e bebia a saliva

era para engolir ele

morrer dele

do adocicado da víbora.

foto: Grace Robertson

por: Fúlvio Detoni 

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Cenas e atos…

16/11/2009 · Deixe um comentário

hellman

Duas damas da literatura mundial, se encontram na mesma obra: uma criando e a outra, traduzindo. Lillian Hellman escreveu a peça “As pequenas Raposas” e Clarice Lispector traduziu.

Em todos os seus trabalhos, Lillian, expos do preconceito, da amoralidade, da ganância e da falta de escrúpulos da pequena burguesia norte-americana, que faz com que os personagens sejam veículos claros da realidade de hoje.

O livro desta peça “As pequenas Raposas” na qual Beatriz Segall protagonizou em tablado, agora está disponível nas melhores prateleiras literárias.

As Pequenas Raposas – Lillian Hellman – 166 págs. – R$ 29

por: Fúlvio Detoni

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capas de Interview

11/11/2009 · Deixe um comentário

andy-warhols-jackie-kennedy-1964

Andrew Warhola ou Andy Warhol (Pittsburgh, 6 de Agosto de 1928Nova Iorque, 22 de Fevereiro de 1987) foi um pintor e cineasta norte-americano, bem como uma figura maior do movimento de pop art.

Registrado como Andrew Warhola, era filho de pais originários da Eslováquia que migraram para os Estados Unidos durante a Primeira Grande Guerra para seu pai evitar ser recrutado pelo exército austro-húngaro.

Aos 17 anos, em 1945, entrou no Instituto de Tecnologia de Carnegie, em Pittsburgh, hoje Universidade Carnegie Mellon e se graduou em design.

Logo após mudou para Nova York e começou a trabalhar como ilustrador de importantes revistas, como Vogue, Harper’s Bazaar e The New Yorker, além de fazer anúncios publicitários e displays para vitrines de lojas. Começa aí uma carreira de sucesso como artista gráfico ganhando diversos prêmios como diretor de arte do Art Director’s Club e do The American Institute of Graphic Arts.

Fez a sua primeira mostra individual em 1952, na Hugo Galley onde exibe quinze desenhos baseados na obra de Truman Capote. Esta série de trabalhos é mostrada em diversos lugares durante os anos 50, incluindo o MOMA, Museu de Arte Moderna, em 1956. Passa a assinar Warhol.

O anos 1960 marcam uma guinada na sua carreira de artista plástico e passa a se utilizar dos motivos e conceitos da publicidade em suas obras, com o uso de cores fortes e brilhantes e tintas acrílicas. Reinventa a pop art com a reprodução mecânica e seus múltiplos serigráficos são temas do cotidiano e artigos de consumo, como as reproduções das latas de sopas Campbell e a garrafa de Coca-Cola, além de rostos de figuras conhecidas como Marilyn Monroe, Liz Taylor, Elvis Presley, Che Guevara e símbolos icônicos da história da arte, como Mona Lisa. Estes temas eram reproduzidos serialmente com variações de cores.

Além das serigrafias Warhol também se utilizava de outras técnicas, como a colagem e o uso de materiais descartáveis, não usuais em obras de arte.

Em 1968, Valerie Solanis, fundadora e única membro da SCUM (Society for Cutting Up Men – Sociedade para castrar homens) invade o estúdio de Warhol e o fere com um tiro, mas o ataque não é fatal e Warhol se recupera, depois de se submeter a uma cirurgia que durou cinco horas. Este fato é tema do filme “I shot Andy Warhol” (Eu atirei em Andy Warhol), dirigido por Mary Harron, em 1996.

Warhol foi uma das pessoas mais chatas que já conheci, pois era do tipo que não tinha nada a dizer. Sua obra também não me toca. Ele até produziu coisas relevantes no começo dos anos 60. Mas, no geral, não tenho dúvidas de que é a reputação mais ridiculamente superestimada do século XX.
Robert Hughes, crítico de arte, antigo cronista da revista Time, entrevista com a revista Veja, 25 de Abril de 2007.
 

Em 1987 ele foi operado à vesícula biliar. A operação correu bem mas Andy Warhol morreu no dia seguinte. Ele era célebre há 35 anos. De facto, a sua conhecida frase: In the future everyone will be famous for fifteen minutes (No futuro, toda a gente será célebre durante quinze minutos), só se aplicará no futuro, quando a produção cultural for totalmente massificada e em que a arte será distribuída por meios de produção de massa.

por: Fúlvio Detoni

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chica chica boom Chic…

08/11/2009 · Deixe um comentário

Uma bella homenagem para uma pequena notável, por Bebel Giberto, em 2009, ano do centenário de nascimento de Carmen Miranda.

por: Fúlvio Detoni

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meu cheiro demorado!!!

03/11/2009 · 2 Comentários

Man%20Ray_Erotique_voilee_924

 

se é impulso

caso pensado

passo em falso

des[a]tino

 

sei que

te sigo

 

te caço

entre astros

e o mínimo rastro

que pesco

no horóscopo

 

[por via das dúvidas

tasquei um asterisco

no teu signo]

 

um dia desses

[de fuga]

te fisgo

 

te falo falácias

te faço um filho

te filmo entre quatro

paredes de vidro

 

fish [frito]

do meu

aquário.

foto: Man Ray

por: Fúlvio Detoni

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Iniciando jazz

02/11/2009 · 1 Comentário

Um tiquinho de Esperanza Spalding….

por: Fúlvio Detoni

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Espartilhos

01/11/2009 · Deixe um comentário

Morandini22

a Mercedes balança,

observo os músculos do braço do banco ao lado,

imagino-o levantando pedras, ancas, e pernas,

nas suas mãos um livro,

enquanto peco,

ele lê a bíblia.

foto: Frank Capa

por: Fúlvio Detoni

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